Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Como vencer esta … “coisa”? (parte II)

O POLVO.

Depois do anterior "post" sob este mesmo título e, sobretudo, dos vossos excecionais comentários a propósito do mesmo, creio que vamos atingir o objetivo proposto: ‘arrumarmos’ este dossier, impedindo que estes temas nos confundam quando abordarmos a avaliação da época desportiva.

Com uma única exceção (que serve para confirmar a regra), todos os leitores reconhecem que o Nosso Clube não compete em condições de igualdade com os seus adversários, uma vez que está (profundamente) enraizado um sistema de anti Benfiquismo que vai das arbitragens ao sistema de justiça e disciplina desportivas, com o beneplácito cúmplice da esmagadora maioria da media nacional. Esta realidade não é exclusivo do futebol profissional, porque também se verifica nos escalões de formação, nas modalidades em que o crac compete e, até, em algumas em que ele não compete (como são os casos do Voleibol e do Futsal, por exemplo), nas quais um anti Benfiquismo primário se constitui como mais um tentáculo do mesmo POLVO.

Este tratamento desigual funciona como se os Nossos Atletas e Equipes competissem sob diferentes regulamentos: eles são admoestados quando sofrem faltas, sob acusação de pretensa simulação, quando protestam de forma razoável (como quando o Tacuara deu um murro na relva), quando tentam impedir o antijogo do adversário e quando … merecem sê-lo, ao abrigo dos Regulamentos oficiais.

Enquanto isso, alguns adversários fazem simulações e são premiados com penalidades e a expulsão de adversários, dão ‘peitadas’ aos árbitros e gritam com eles ficando impunes, usam de uma agressividade excessiva e cometem faltas evidentes sem receberem a devida punição técnica e/ou disciplinar.
As Nossas Equipas vêem ser-lhe anulados golos perfeitamente legais, ou lances de ataque promissores, mas são frequentemente castigadas com golos irregulares e lances perigosos iniciados na sequência de faltas evidentes (foras de jogo incluídos).
Estas irregularidades sucedem-se em grande parte dos desafios e não só quando enfrentamos equipas do crac.

Ficamos todos entendidos?
Ou subsiste alguma dúvida?

Uma vez que estamos todos bem sintonizados, permitam-me que sublinhe a conclusão:as Nossas Equipas e Atletas não competem em condições de igualdade com os seus adversários dentro dos recintos desportivos, constatando-se um prejuízo generalizado ao Benfica em favor dos adversários.

Mesmo sem pretender alongar-me sobre este postulado (trata-se de uma ‘Lei’que já foi amplamente discutida, demonstrada e aprovada), recordo que o POLVO há anos que sempre cria condições para que exista um caso em cada época em que as Nossas Equipas são ‘beneficiadas’, como forma de criar uma ilusão de igualdade de tratamento que desmentisse aquela conclusão.

Como combatê-lo ?

A quase totalidade dos Benfiquistas que comentaram o texto anterior salientaram a imensa dimensão e poder deste POLVO, dimensão essa que erradica na generalizada subversão de valores morais que trespassa toda a sociedade contemporânea nacional. De facto, trata-se de um “mostrengo imundo e grosso”!
Para o combater, creio que ficou demonstrada a prioridade aos argumentos económicos e ao espirito de superação que possa garantir, mesmo neste cenário desigual, resultados desportivos progressivamente mais importantes, tudo isto no quadro da continua reafirmação dos Nossos Valores, aqueles que entroncaram na Fundação do Glorioso e foram sempre honrosas bandeiras ao longo da Nossa História: Universalismo, Desportivismo, Solidariedade, Tolerância e Democracia, entre outros.
Este conjunto de Valores não Nos garantirá nunca a conquista de títulos, mas, sem eles, ficará irremediavelmente condenada a Verdade Desportiva e o próprio Desporto (para já não ir mais longe).

Estratégia de comunicação.

Estou muito longe de ser um especialista na matéria, tal como a maioria dos leitores que comentaram o anterior texto, razão pela qual (?) apenas um preconizou uma estratégia de combate que envolvesse diretamente o Presidente e o Técnico da Equipa principal de futebol profissional e que respondesse “taco a taco” a todas as provocações com que o POLVO nos agride.

Confesso que me surpreende a ligeireza com que tantos Benfiquistas condenam a Comunicação do Clube, apelidando-a em termos que nem Maomé usou quando se referia ao toucinho.
Surpreende-me porque estamos perante uma área muito especifica da Comunicação Institucional, que nada tem a ver com a publicidade ou com a comunicação de marca. Eu diria mesmo que apenas os especialistas em comunicação com experiência na gestão de processos de disputa eleitoral partidária, podem alegar possuir uma experiência que lhes outorgue uma eventual autoridade profissional na matéria.
Bem longe disso, assistimos a que qualquer ‘borra botas’ se arvora a critico de tudo e do seu contrário, quer a tempo, quer a destempo e de acordo com o seu mais declarado anti Vieirismo. Exceções, também existem, mas são isso mesmo: exceções!

Humildemente, parece-me insustentável aquela estratégia do “taco a taco”, uma vez que as provocações são diárias e oriundas de múltiplas fontes.
Como poderiam, o Presidente e o Técnico, dar-lhes uma resposta extensiva e oportuna?
Com tantas Conferências de Imprensa (CI) quantas as origens dessas provocações?

Tal estratégia seria insustentável, inexequível e contraproducente, para não ir ainda mais longe.

Sinceramente, creio que nenhum Benfiquista pode, hoje, persistir em ignorar que um clima de guerrilha, de ódio e/ou de permanente “incêndio” do desporto nacional (sobretudo do futebol), constitui, exatamente, o terreno predileto do POLVO, por lhe permitir esgrimir os seus anti valores: a intolerância, a mentira, o provincianismo (quando não o próprio racismo), a incoerência descarada e a “fina ironia”.
Eu alertei para o trunfo adicional de que o Nosso Clube passou, agora, a dispor a seu favor neste combate, constituído pelo facto de termos ultrapassado o crac na classificação da UEFA: este é um ‘trunfo’ precioso, que Nos custou muito sacrifício, que deveremos usar apenas em última necessidade, mas que, ainda que Nos não garanta títulos, atribui ao Benfica uma incontestável credibilidade desportiva.

Ainda assim e depois de uma longa reflexão, creio que este facto não justifica uma inversão da estratégia de comunicação que vem sendo seguida pelo Clube e que eu passo a caracterizar:

1 “Low profile”, ignorando publicamente 99% das provocações e contribuindo para um “arrefecimento” do clima envolvente ao fenómeno desportivo;
2 Utilização do Nosso Grupo de media (com importância e intervenção crescentes) para desmontar e ridicularizar 0.9% das provocações; 
3 Utilização intensiva da comunicação institucional, quer junto das entidades nacionais, quer das supranacionais, para desmascarar todas as provocações que colocam a “Indústria” em causa ou em perigo;
4 Finalmente, em momentos muito selecionados e candentes, nos termos cuidadosamente preparados a ponto de inviabilizarem quaisquer “respostas”,executar uma comunicação incontestável, suportada em provas irrefutáveis, capaz de demonstrar que persiste o garrote sobre a Verdade Desportiva.

Fico ao vosso dispor, na caixa de comentários.

Viva o Benfica!
.
Escrito por: José Albuquerque
.

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

A pequenez dos pequeninos


Escrito por um adepto do Vitória de Guimarães 

"A pequenez de "Ser Porto".

"Ser Porto", engloba uma sensação contrastante do que parece. É uma revolta pessoal e colectiva derivada da pequenez, disfarçada com alguns títulos, que toda a gente sabe como são ganhos. 

Até os próprios. "Ser Porto", é o máximo complexo de inferioridade. O Porto é um clube ganhador, pois desde logo começa a época a poder ganhar cerca de 8 títulos : os 4 que pode ganhar, e os 4 que o Benfica pode perder. O adepto do Porto, é como um padeiro a quem sai o Euromilhões : aparece de Ferrari, mas ninguém lhe reconhece mérito. 

E é o que falta ao Porto: Reconhecimento. 

Nem pelo próprio presidente da Câmara! As teorias são muitas, desde logo a das gerações mais novas: "Em 25 anos, vi o Porto ganhar 25 títulos". 

A esse argumento demente, a questão é : quando a vossa avó faz 80 anos, vocês festejam 25 anos também? É que desde que nasceram só viram 25 celebrações de aniversário! 

Nestes 15 dias (pois eles andaram todos na toca durante a época toda), até penta-campeonatos (sem saberem que eram tetra) de hóquei se celebraram. Mais o título de andebol. 

A maioria dos adeptos não sabe UM jogador de cada modalidade, mas festejaram porque? Porque é contra a pedra no sapato da vida deles: o Benfica. 

As virgens ofendidas que levaram uma prostituta a beijar a mão ao Papa, ofenderam-se com o pseudo-gesto-obsceno do Carlos Lisboa no ano passado, em basquetebol. Naquela semana, o basquetebol era o desporto da vida dos "somos porto". Passado 15 dias, a modalidade termina e a carneirice habitual instalou-se. 

Então não há meia dúzia de centenas de milhares de euros para preservar uma modalidade histórica que, pelos vistos, tinha muitos adeptos? É triste, mas é verdade. Caramba, só os carros da Fernandinha e da Carolina, dariam para pagar mais uma ou outra época à modalidade ! O portista é assim. Prefere uma derrota do Benfica a uma vitória do Porto. 

O Benfica é um clube que não se sabe muito bem de onde é. Instala-se em Gaia, e parece que está em plena Avenida da Liberdade. Vai a Paris, e não se percebe se se está em Portugal ou França. 

É duma dimensão que o Porto JAMAIS chegará. 

E tudo porque, cá dentro como lá fora, se sabe como o Porto ganha! Mas isto não é um post sobre futebol, é sobre sociologia, e estamos a falar sobre o complexo de inferioridade do adepto do Porto. 

Vejamos: se são melhores, se ganham mais, se vende mais, se vende por mais, se vão mais longe, se isto, se aquilo, porquê tanto ódio? Porquê? É triste ver gente com poucos dentes e sem a 4ª classe a falar do tempo do Salazar. 
Gente que nem o nome do próprio clube sabe dizer (puarto), que vem justificar o facto do Porto ser clube grande, clube esse que não passa de novo riquismo do futebol (pois isto das vitórias é recente, já o Benfica era um colosso mundial, estatuto a que NUNCA irão chegar). 

Mas sou obrigado a repetir a pergunta: PORQUÊ TANTO ÓDIO? 

Ok, eu ajudo-vos : complexo de INFERIORIDADE. 

Será que falta um bola de ouro, como Benfica e Sporting já tiveram? Será que falta um jornalista espanhol que venha desmentir um dos melhores jornalistas espanhol e do mundo, que afirmou com todas as letras que o Porto é um clube corrupto? Rivalidade entre clubes é normal, mas nunca vi um rival cantar numa final, o cântico contra o adversário nacional, como os portistas fizeram contra o Montepellier, na final da Champions. Ou o Lens, ou lá que equipa era. Não prova uma coisa, prova duas: a pequenez portista, e a grandeza benfiquista da maior instituição em Portugal, o Sport Lisboa e Benfica. 

E isso custa ao portista. 

Dói. Eles riem-se e celebram, provocam, cantam ... mas falta ali algo! Falta cultura, falta reconhecimento, falta muita coisa. Já está enraizado que não faz mal que seja roubado dinheiro e feitas contratações de milhões e milhões por Valeris, Leandros, etc. 

O que importa, é combater internamente o Benfica. 

O maior título do Porto, é a derrota do Benfica. 

Já o Benfica, vive para dentro do clube, e para fora do país. É um clube sustentável, que quando mudar o presidente, não ficará preso a máfias e dependentes de problemas dos pais dos árbitros para vencer. Uma coisa é certa. Para o ano, o Benfica pode não ser campeão. Mas jamais festejará um "não-título" do Porto, pois isso é tipico dos pequenos."
.

Vamos comprar uma equipa nova?... Parece que sim...

A época ainda não terminou e o fecho para compras e vendas só termina em 31 de Agosto.

Como a final da Taça de Portugal é só no Domingo os diários desportivos e não só, não se cansam em "atirar" para o ar nomes de jogadores, afirmando que uns já se encontram contratados, outros em negociações, outros falados, enfim, tudo é feito com base do nome, Benfica, a fim de vender papel:

Exemplos:

- Carlos Eduardo, médio, brasileiro, 23 anos
- Steven Vitória, defesa, luso-canadiano, 26 anos.
- Filip Djuricic, médio ofensivo, Sérvio, 21 anos ( Dizem que está contratado)
- Pablo Barrientes, avançado, argentino, 28 anos
- Julian Velásquez, defesa central, argentino, 21 anos
- Nicolás Castilho,  avançado, chileno, 20 anos
- Essaid Belkalen, avançado, Argelino, 24 anos
- Mahatma Ottoo, avançado, Ganês, 22 anos
- Denis Cheryshey,extremo, Russo, 22anos
- Lazar Markovic, avançado, Sérvio,19 anos
- Raul Ruidiaz,Avançado, Peruano, 22 anos
- Miguel Rodrigues, defesa central do Nacional, internacional sub-20
- Christoph Cramer, Alemão, médio, 22anos
- Uros Matic, Médio, Sérvio, 23 anos ( Irmão de Matic- dizem que já está contratado)
- Rafael Guarderas, médio, Peruano,19 anos
- Francesco Di Mariano,  avançado, Italiano, 17 anos
- Miralen Sulejmani, avançado, Sérvio, 24 anos ( Dizem que está contratado)

Sei que existem outros que de momento não me recordo. Claro que falta vender o Gaitán, Rodrigo, Matic, Kardec, Carlos Martins, Oscar Cardozo, Enzo Perez, Garay, Miguel Rosa, Luisão, entre outras saídas que os jornais não deixarão passar em claro, e sem um toque de graça.
Aimar termina contrato e nesse nem se fala..


Deixem terminar a final da Taça de Portugal que vão ver que Jorge Jesus vai sair, que virá o Bastos Lopes treinar a equipa Principal, e até, o Luís Filipe Vieira irá ser o próximo avançado centro. Têm dúvidas? Eu não tenho
Quem souber de outros, é favor indicar, loool

VIVA O BENFICA
.

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Momentos Estúpidos IX

João Gobern hoje dia 21/05/2013 na Antena 1: http://www.rtp.pt/play/p326/e117843/pano-para-mangas

Ao que parece defendendo ou tentando defender esta besta quadrada:
















Que escreveu isto:

"Para os Benfiquistas do Norte:

Dizem-me que no Porto e ainda mais a Norte do país ainda existem adeptos da agremiação que ostenta o nome de um bairro lisboeta. Sei que são cada vez menos. Quando andava no liceu, poucos ousavam sair do armário – mesmo nessa altura, escondiam-se, envergonhados (e com razão). 

Hoje, dizem-me, nas escolas do Porto são uma espécie em extinção não protegida. Ainda bem. Ser adepto de um clube que simboliza o pior de Portugal, o centralismo, a macrocefalia endémica, o esforço da ditadura em obrar um clube tornado ‘nacional’ (tal como tentaram Franco e Ceausescu), não pode orgulhar ninguém que viva fora do tal bairro e seus arrabaldes. 

Mas ainda há alguns adeptos dessa agremiação que são do Norte, que falam e sentem o país como gente do Norte apesar da sua predilecção futebolística contra-natura.

... Para esses infelizes, para lhes provar quão arrepiante e deslocada é a sua escolha clubística, aqui está a comprovação do labéu que lhes é oferecido pelos adeptos sulistas. 

O insulto, a insídia, o preconceito paroquialmente centralista que o clube que julgam seu representa, está aqui demonstrado. Para que tenham (muita) vergonha de serem, afinal, sem o quererem nem o saberem, contra tudo o que significa ser desta cidade e desta região."

-Texto escrito por Carlos Abreu Amorim, em 2010, e reproduzido no site blasfemias.net (link entretanto já apagado pelo autor, porque será??)


PS: Ele há coisas que por muito que eu tente, nunca poderei entender. Esta é apenas mais uma delas.
 Retirado em parte do site Planeta Benfica

Como vencer esta … “coisa”?



O Enorme Alberto Miguéns chama-lhe “futeluso”, o Enorme ‘Frank’ chama-lhe “frutabol”e o ‘Meo General Viriato de Viseu’ chama-lhe “xistrema”, demonstrando, todos eles, um talento que eu não tenho e uma capacidade para enriquecerem o vocabulário ao nível de um Mia Couto.

Seja como for que lhe quisermos chamar, eu penso que é impossível discutir o Benfica (e não só o Nosso futebol, que a “coisa” tem ‘sucursais’ poderosas em várias outras modalidades) sem termos o “xistrema” como cenário, pelas consequências que ele determina, pela forma como “ele” Nos condiciona, até ao ponto em que, ainda que venhamos a optar por ignorá-lo, teremos de o ter sempre debaixo de mira.
Dir-me-ão alguns que se trata de um tema esgotado, dir-me-ão outros que o Clube perdeu autoridade moral para o discutir a partir do momento em que o Presidente decidiu apoiar a candidatura do ‘faturas’ para a FPF, obrigando-me a responder a estes que gostaria de discutir o Glorioso com elevação intelectual e a recordar aos primeiros que o “tempo que o tempo tem” Nos aconselha a revisitar qualquer tema, por mais debatido que ele esteja.

Em causa está, antes de mais, definirmos a “coisa” para sabermos, todos, do que estamos a falar, para a conhecermos e, então, decidirmos qual Nos parecem ser a melhor estratégia e as alternativas táticas para a combater e … vencer.

Começo por vos dar 3 ajudas, 3 exemplos que convém não esquecermos:

1 “futeluso” é sabermos que um Diretor do crac se suicidou no ‘ladrão’,conseguiu fazer desaparecer a arma que disparou a bala causadora do(s) ferimento(s) mortal(ais) e … ?????
2 “frutabol” é sabermos que houve alguém que conseguiu entrar nas instalações da FPF sem arrombar as portas, que roubou os computadores do ‘faturas’ (e da respetiva secretária, se não estou em erro) e do ‘vitinho dos apintos’, que se feriu na operação deixando rastos de sangue, que agiu de cara descoberta profusamente focada pelo sistema de videovigilância e que não usou luvas, deixando dezenas de impressões digitais e … ?????
3 “xistrema” é sabermos de um apintador também conhecido pelo “melhor do mundo”, ter chegado a Setúbal num dia chuvoso, ter palmilhado o relvado a procurar uma poça de água (enquanto os apanha bolas jogavam animadamente), ter, finalmente, deixado cair a bola no local eleito e, clamando “eureka”, ter decidido adiar o encontro já depois de uma das equipas (a do crac, obviamente) já ter começado a jantar, ter adiado o desafio sem cumprir o regulamento (teria de ter sido acordada nova data), acabando o jogo por se realizar numa data “ilegal”.

E aqui vos deixo o meu primeiro pedido: encham a caixa de comentários com as vossas definições da “coisa” e, depois de lerem todos os exemplos que já la estiverem descritos, juntem outros, mais ou menos recentes, que vos pareçam dignos de nunca serem esquecidos por Nós e pelo Clube que Somos.

Uma vez bem definido o POLVO (que eu prefiro continuar a chamar-lhe assim), passemos ao mais difícil: como o deveremos combater e, mais que isso, Vencer?
Uma vez mais faço apelo ao vosso Benfiquismo e espero que ‘se vinguem’ na caixa de comentários enchendo-a com todas as sugestões possíveis e imaginárias, mas peço-vos que não caiam no engodo do “olho por olho”, porque o que queremos é Vencer o POLVO e não substitui-lo por um outro, apenas de cor diferente. Paralelamente, creio que são dispensáveis ‘respostas’ que sugiram a desistência de modalidades (essa é a escolha do POLVO, sempre que um seu tentáculo definha ao ponto de perder o garrote sobre a Verdade Desportiva, como nos casos do Atletismo e, mais recentemente, com o Basquetebol) ou, ainda menos, de extinção do futebol. 

Feito este meu segundo pedido e mesmo sem vos querer condicionar, nem nas prioridades, nem nos objetivos, permitam-me que oriente as linhas seguintes para uma das (muitas) possíveis ‘frentes de combate’ ao POLVO, uma que há anos permanece no centro das atenções dos Benfiquistas, nomeadamente nos Nossos blogues: a estratégia (e as alternativas táticas) de comunicação.

Desde a época em que vencemos o Campeonato que eu venho defendendo uma estratégia de, chamemos-lhe assim, “low profile”, deixando ao Nosso grupo de media (O Benfica, a Mística e, sobretudo, a BTV) o palco para todas as ‘refregas’ diárias e, pontualmente, nos momentos e condições mais criteriosamente selecionados, apostando em intervenções mais contundentes a protagonizar pelo Diretor de Comunicação, pela Administração da SAD, ou, nos casos mais graves, pelos próprios Corpos Sociais do Clube, na pessoa dos Presidentes. Simultaneamente, o Benfica deveria concentrar todos os seus protestos e acusações a um nível institucional, dentro e fora das fronteiras e em todos os fora admissíveis (o que exclui os Tribunais, como bem sabemos).

Esta minha “tese” assentava em dois argumentos principais (entre um milhão de outros), a saber: (1) a impossibilidade de ‘atacar’ simultaneamente todos os tentáculos do POLVO e a relativa inoperância de qualquer ‘ataque’ a um só deles (por sermos ‘engolidos/silenciados’ pelo conjunto dos restantes) e (2) o facto de o Benfica ainda não ter conseguido o número suficiente de vitórias (nos anos recentes, entendam-me) para impedir que esses ‘ataques’ possam ser amortecidos pelo pseudoargumento “se ganhassem dentro de campo”.

Ora sucede que, no futebol e não só, o Glorioso já começou a acumular vitórias suficientes para que o POLVO não consiga menorizar a Nossa credibilidade desportiva (razão pela qual, na minha humilde opinião, o D. Cor(no)leone vai despedir o treinador ‘bicampilhao’), facto que pode justificar uma reavaliação daquela estratégia de “low profile”.
Tem sido uma luta tremenda, uma campanha com momentos quase heroicos (como as vitórias no Hóquei e no Basquetebol da passada época), que levou a Nossa Equipa principal de futebol a ultrapassar o crac no ranking da UEFA e a ter, esta época, mais vitórias internas (não me refiro a títulos, mas ao número de encontros vencidos) e eu creio que esse resultado não pode ser nem menorizado, nem subestimado, ou tratado como se de uma qualquer “vitória moral” se tratasse.

Esta época desportiva de futebol está prestes a terminar e Nós devemos acompanhar a SAD na indispensável avaliação do desempenho de todos os profissionais envolvidos. A época desportiva do Clube (em todas as outras modalidades) também se aproxima do seu final e o mesmo processo de avaliação vai ocorrer.
O Benfica é muito mais que apenas um Clube Desportivo, mas, nessa sua qualidade, a Nossa Gloriosa História exige-Nos que não regateemos esforços para conseguir que a próxima época seja ainda mais bem sucedida.

Por isso eu vos sugiro que ‘enterremos’ estes dois temas antes de entrarmos em processo de avaliações e autocritica, por forma a impedirmos que a Nossa visão de futuro seja por eles ‘inquinada’
Não estou a sugerir que esqueçamos estes dois temas: não, isso NUNCA!
O que aqui vos proponho é uma disciplina de raciocínio e uma disciplina para o debate: discutamos estes dois dossiers imediatamente (o POLVO e como deve o Glorioso fazer para o enfraquecer e vencer), refletindo e debatendo depois tudo o resto que Nos parecer digno de avaliação e eventual correção. 

Concordam com a metodologia?

Bem sei que este texto já vai longo (sobretudo para os Nossos massacrados corações), mas eu ainda quero prevenir mais um possível inibidor deste debate: aos Companheiros que duvidam da existência real e da influência determinante do POLVO/”futeluso”/”frutabol”/”xistrema”, eu sugiro-lhes que equacionem e debatam o fenómeno (concomitante) deste absurdo anti Benfiquismo que parece ter-se generalizado a todo o resto da sociedade, ultrapassando o facto de osgalhada e andruptos preferirem festejar as derrotas do Benfica em detrimento das próprias vitórias, ultrapassando a miserável exploração que a mérdia nacional faz do Nosso masoquismo e chegando a fazer-Nos sentir que temos de Vencer “contra tudo e contra todos”.

Na minha humilde opinião a única distinção entre o POLVO e o anti Benfiquismo passa pelo interesse económico dos mentores do primeiro, comparada com o infantilismo do segundo.

Viva o Benfica!
./.
Escrito por: José Albuquerque.

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Acabou o Campeonato – avaliação.


Creio que as circunstancias que caracterizaram este Campeonato tornam imperiosa uma avaliação da parte de todos os Benfiquistas. Humildemente, aqui vos apresento a minha.

Primeira conclusão – foi o Benfica que perdeu este Campeonato!

Mais precisamente, ao empatar, na Catedral, com o Estoril, com 3 dias de intervalo sobre uma das melhores exibições que a Equipa realizou, o Benfica culminou uma série de 4 desafios em 10 dias, com viagens de ida e volta á Turquia e á Madeira, da única maneira que poderia ‘abrir a porta’ ao velho xistrema e, nesse momento, perdeu o Campeonato.

Segunda conclusão – o crac não ganhou este Campeonato!

Em primeiro lugar, não o ganhou porque foi o Benfica quem o perdeu, em segundo lugar não o conquistou porque o fica a dever a uma série significativa de apintagens altamente favoráveis, sem as quais nunca teria conseguido este titulo.

Terceira conclusão – os BOIS da apaf, apesar de muito menos agressivos, ainda foram capazes de desempenhar o seu habitual papel determinante, muito menos nos ROUBOS ao Glorioso, mas ainda muito pelas ajudas vergonhosas ao clubeco dos andruptos.
De facto, são as próprias estatísticas (de penalties, de cartões e de faltas, quer a favor quer contra) e já não só as imagens a comprovarem o medíocre nível das arbitragens no ‘futeluso’ e, por ainda mais um ano, a sua decisiva influência nos resultados finais. 

Quarta conclusão – ao conseguir 77 pontos (85,5% dos 90 possíveis), que deveriam ter sido 81 (90%) se não fossem os ROUBOS do ‘menino a dias’ e do ‘xistralhadas’,o Benfica realizou um excelente percurso, cumprindo o único objetivo que, legitimamente, pode ser estabelecido numa prova por pontos.
Numa prova por eliminatórias a “duas mãos”, pode estabelecer-se como objetivo o de chegar á final, mas numa prova por pontos e na minha humilde opinião, não pode colocar-se como objetivo “fazer-se melhor que os outros”, sobretudo numa competição tão ‘inquinada’ como este nosso ‘futeluso’.

Quinta conclusão – ao longo das 30 jornadas, comprovou-se que esta foi a melhor Equipa que a Benfica SAD já conseguiu reunir. Bem sei que se trata de uma opinião subjetiva, mas eu assento esta afirmação no facto de reconhecer ao Nosso Plantel a existência de 14 Atletas (de campo, sem contar com guarda redes) com capacidade para assumir a titularidade, mesmo sem termos podido contar com o Aimar, o Carlos Martins e o autoexcluído Nolito.

Sexta conclusão – mantendo a base da Equipa (Técnicos, Atletas e Estrutura), reforçando eventuais pontos menos fortes que a Administração tenha podido identificar e, naturalmente, suprindo eventuais saídas de Atletas que possam vir a ser alvo de propostas irrecusáveis, a próxima época pode ser encarada com otimismo e com objetivos ainda mais ambiciosos. Como estou a falar de Campeonato, eu admitiria como correto que a Equipa se imponha o desafio de renovar um objetivo de 75 pontos para o próximo Campeonato.

Apreciação geral.

Quanto aos moldes em que ainda assenta este ‘futeluso’ nacional, espero que a Liga e a Federação consigam melhorar dois aspetos demasiado graves para não preocuparem toda a gente que tenha alguma responsabilidade nesta realidade e que persistem a condicionar a Verdade Desportiva, a saber: a péssima qualidade de algumas equipas de arbitragem, algumas delas indiscutivelmente comandadas pelo POLVO e a dramática falta de “fair play financeiro” que continua a permitir que equipas insolventes compitam deslealmente com outras equipas que cumprem as suas responsabilidades.

Dentro de uns dias, após o final da época, voltarei aqui para fazer a minha avaliação global sobre o ano desportivo da Benfica SAD.

Viva o Benfica!
.
Escrito por: José Albuquerque.
.

Domingo, 19 de Maio de 2013

Benfica vs Moreirense ( Liga Zon Sagres - Última Jornada)

BENFICA  3 *  1  MOREIRENSE
.
Árbitro: Marco Ferreira ( AF Madeira)
Árbitros Assistentes: Cristóvão Moniz * Sérgio Serrão
Árbitro (4.º): Jorge Faustino
Observador: Ezequiel Feijão
Delegados: Albertino Galvão * Luís Francisco

Transmissão: Sporttv 2

Constituição das equipas:

Carrega Benfica





A exigência da gratidão


Prestes a jogar a última jornada, se estivéssemos num país normal, nós Benfiquistas teríamos toda a legitimidade de sonhar de ainda terminar em primeiro lugar.
Esta minha afirmação baseia-se no facto de o actual líder (por um ponto) ter de ganhar em casa do terceiro (que tem provado lá vender cara a derrota) e o segundo ter de ganhar em sua casa contra o penúltimo.
Para haver no mínimo 50% de hipótese para haver uma reviravolta na classificação bastaria apenas que o Paços de Ferreira se empenhasse tanto quanto o Estoril se empenhou em roubar pontos ao Benfica.

Eticamente falando este deveria ser a atitude sem reservas, mas a haver um sentimento de gratidão o Paços deveria empenhar-se ainda mais do que o Estoril pois foi graças à excelente performance do Benfica nas competições europeias que Portugal atingiu o 5º lugar e com ele a garantia da entrada na fase de grupos do 3º classificado.
Tenho poucas dúvidas que nem o clube nem os jogadores do Paços irão sequer atribuir qualquer crédito ao facto de terem garantido um míni-euro-milhões, porque neste miserável país geralmente a corrupção precede a gratidão.

Pode parecer irrelevante, mas há uma grande diferença entre entrar directamente na fase de grupos e ter de apurar-se através de uma ou mais pré-eliminatórias e não me refiro apenas à questão financeira - o tempo extra para planear a temporada também tem muito que se lhe diga. Pode fazer a diferença entre fazer uma má ou uma boa ou excelente época.

Este post não intende fazer qualquer apelo, porque num país onde tanta coisa está errada, a realidade que quero focar é apenas mais uma.
.
Escrito por: Benfiquista Identificado
.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...